Primeira Igreja Batista no Cardoso: uma Igreja Fiel!
A história da Primeira Igreja Batista no Cardoso teve seu início numa noite memorável de maio de 1989. Naquela ocasião, estávamos reunidos com pouco mais de 20 irmãos na 1° Igreja Batista no Bairro Novo Riacho, liderada pelo Pastor José Renê Toledo. Nesta noite, decidiu-se que os irmãos ali presentes não mais se reuniriam tão-somente na forma de Congregação, mas constituiriam uma nova Igreja.
A partir de então, sob a liderança do Pastor Luiz Carlos Coelho, sem recursos materiais e com poucos recursos humanos, começamos nossa trajetória. Ainda que o espaço geográfico do deserto por onde andou o povo de Deus seja distinto daquele que trilhamos para chegar até aqui, a nossa trajetória nos faz lembrar daquela percorrida pelo povo de Israel. Tal como esse povo, que durante os anos de peregrinação no deserto armou sua tenda em diferentes lugares, a PIB no Cardoso se viu obrigada a armar sua tenda em pontos distintos. Antes de chegarmos ao lugar onde nos encontramos hoje, passamos por seis locais: Rua F, Rua 15, Rua Itapetininga, Rua Urussanga, Rua Itapetininga novamente, Rua Barão de Monte Alto e por fim, Rua Adolfo Cioletti; nossa Canaã.
As dificuldades foram grandes, mas trouxeram valiosas lições para nós e serviram para estreitar os laços que nos uniam uns aos outros e, sobretudo, a Deus. E como nem tudo é perfeito neste plano de vida, o nosso Pastor contou-nos que certa vez ouviu uma voz dissonante que dizia: “Pastor Luiz, porque o senhor não fecha esta igreja!” Foi triste saber disso, mas não desanimamos, pois tínhamos a certeza de que a porta que Deus abre ninguém pode fechar. Como os 10 espias enviados por Moises à Canaã, que só viram gigantes (os filhos de Araque), aquela pessoa só viu o Pastor Luiz Carlos Coelho e um pequeno grupo de irmãos; sua falta de confiança a impediu de ver o Senhor da obra, o dono da vinha que foi, aliás, a visão que tiveram Calebe e Josué ao espiarem a Terra de Canaã. Mas isto faz parte da realidade histórica da Igreja do Senhor.
Apesar das dificuldades ao longo desses dezenove anos, tivemos momentos maravilhosos servindo ao Senhor. No dia 06 de março do ano de 1999, o Senhor nos deu um novo líder de grande valor, que conosco está até hoje; o Pastor Luiz Carlos Coelho Júnior. Neste dia, que foi de grande festa, tivemos a exoneração do Pastor Luiz Carlos Coelho e a posse do seu filho Pastor Luiz Carlos Coelho Junior.
Durante esses dezenove anos a PIB-Cardoso acalentou um sonho: o de ter sua sede própria. Lugar este que chamamos carinhosamente de “Nossa Canaã”. Mas a caminhada rumo à nossa Canaã não foi nada fácil, pois inúmeras foram as dificuldades, e todos os que tiveram conosco nessa caminhada sabem quantas lágrimas derramamos por não termos o nosso templo, um lugar nosso para adorarmos ao Senhor. Até o ano de 2007 nos reuníamos em vários imóveis alugados que não ofereciam à Igreja uma estrutura adequada para o desenvolvimento das atividades congregacionais como devem.
Entretanto, com o auxílio do Senhor e com grande esforço dos membros da Igreja, conseguimos comprar em setembro de 2002, para honra e glória de Deus, um lote para a construção do futuro templo da Igreja. Foram treze anos de muitas campanhas, de oração e de muito trabalho para arrecadarmos os recursos necessários para a compra do lote.
Cinco anos mais tarde, em meados de 2007, o Senhor nos deu um grande presente. O sonho da PIB-Cardoso estava preste a se realizar, a Canaã estava próxima. Em julho de 2007 recebemos a visita de irmãos norte-americanos que vieram construir, com seus próprios recursos e trabalho, a nossa nova morada.
Em uma semana tínhamos que levantar a nossa capela, por isso cada minuto foi precioso, muitas mãos ficaram calejadas, peles foram queimadas pelo sol e muito suor foi derramado. A disposição do povo de Deus estaria à prova, mas toda ela provinha da vontade de vermos tijolos, areia e cimento transformados em um lugar santo e próprio para louvar o Senhor.
Enfim, na noite do dia 21 de julho pudemos ver a nossa capela pronta. Naquela noite olhares e sorrisos falaram e expressaram mais que palavras, pois foi possível ver o povo de Deus louvando e tendo ali um lugar todo santo e com a maior alegria.
Estando hoje no nosso próprio templo, após termos percorrido o caminho que foi narrado acima, podemos olhar para atrás e concluir que, apesar das dificuldades, construímos uma valiosa história. Nesses dezenove anos de atividades, tivemos o privilégio de anunciar o evangelho da graça de maneira clara e direta, nunca deixando de expor e denunciar o pecado, sempre dizendo o que as pessoas precisam ouvir e não o que quisessem ouvir.
A PIB-Cardoso entende que não pode deixar de falar da verdade que liberta e de que temos visto vidas sendo mudadas por esta verdade. Em dezenove anos de vida com Jesus nos privamos, sim, de modelos facilitadores de crescimento que não se preocupam com a alimentação das almas com a Palavra de Deus, e muito menos com o destino delas. Pois pecadores convertidos e bem preparados para ingressar na Igreja são cooperadores na obra e não problemas em potencial. Temos, ao longo desses anos, assumido pagar o preço da lealdade doutrinária, denominacional e à Deus. Pois já fomos depreciados, mas não pelo Senhor: “estivemos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos” (II Coríntios 4:8,9). Apesar de tudo, temos visto a obra caminhar pelo poder do Senhor, e tudo vem provar que nunca estivemos sozinhos no deserto abrasador, antes o Emanuel vem marchando atrás do rebanho protegendo-o do inimigo e na coluna de nuvem à frente, sempre nos indicando o caminho onde parece não haver um.
Ir. Darlen Nogueira da Costa
SETE RAZÕES PORQUE ALGUNS EVANGÉLICOS ABANDONARAM AS ESCRITURAS
Parte da igreja evangélica brasileira encontra-se mergulhada nas mais incongruentes distorções teológicas. Basta olharmos para os nossos arraiais que percebemos a complicada situação vivenciada por aqueles que se dizem cristãos. De certa forma acredito isso se deva ao fato de termos abandonado as Escrituras. É claro que a relativização da Bíblia não se deu de uma hora para outra.
Na verdade, ouso afirmar que o abandono das Escrituras Sagradas se deu paulatinamente, proporcionando a longo prazo a miscigenação do evangelho.
Isto, posto, gostaria de elencar algumas razões porque alguns evangélicos abandonaram as Escrituras.
1°- A preguiça dos pastores. Lamentavelmente existem inúmeros pastores preguiçosos que não se esmeram na preparação de suas mensagens. Na verdade, poucos são aqueles que dedicam horas a fio preparando sermões relevantes e desafiadores. A falta de pregações deste naipe, tem contribuído para o surgimento de uma igreja "burrificada".
2°- O pragmatismo religioso. Muitos pastores trocaram a exposição das Escrituras pela psicologia e auto-ajuda. Para estes, o que importa é objetividade, além é claro, de respostas rápidas e satisfatórias ao cliente.
3°- O abandono da Escola Bíblica Dominical. Não precisa ser profeta para afirmar que do jeito que as coisas andam em curto espaço de tempo, a Escola Bíblica Dominical deixará de existir em boa parte das Igrejas. Na verdade, ouso afirmar, que a EBD encontra-se em estado de metástase, e que o desprezo por parte da Igreja tem contribuído com o aumento da ignorância bíblica.
4°- A Sacralização da Música. Infelizmente, boa parte dos cristãos consideram a música mais importante que a pregação da Palavra. Os louvores ministrados em nossas assembléias estão repletos de erros grotescos e desvios teológicos, onde através de estapafúrdias canções, brincamos de adoração. Pois é, tenho a impressão que o chamado movimento gospel criou através de sua liturgia um novo sacramento, denominado louvor. Para estes, ainda que inconscientemente a adoração com música transformou-se num meio de graça, onde mediante canções distorcidas teologicamente, os crentes são levados a um estado de catarse.
5°- A difamação da teologia. Volta e meia ouço alguns pastores dizendo que é bobagem estudar sistematicamente as Escrituras. Para estes a letra mata e a teologia enterra. Nesta perspectiva, recriminam todos aqueles que desejam aprofundar-se no estudo teológico. Há pouco visitei uma igreja onde o pastor presidente se orgulhava em dizer que nenhum dos seus pastores estudaram teologia. Ele teve a coragem de dizer publicamente que parte da sua equipe não sabia ler direito e que isso era muito bom, simplesmente pelo fato, de que estes poderiam com mais facilidade ser usados pelo Espírito Santo.
6°- A mistificação da fé. Cada vez mais tenho percebido que parte dos evangélicos estão vivendo um estranho tipo de evangelho. O sensacionalismo bem como o emocionalismo catársico, fruto do chamado ‘retété de Jeová’ tem ditado em nome do Espírito Santo comportamentos absolutamente contrários aos ensinos bíblicos. Em nome da experiência, doutrinas e práticas litúrgicas das mais estapafúrdias tem se multiplicado em nossos arraiais. "Sapatinho de fogo,unção do cajado, do galo que profetiza”, entre tantas outras baboseiras obtiveram primazia entre os evangélicos.
7°- O sensitismo experimental. Há pouco ouvi um irmão querido dizendo: A Bíblia pode não aprovar este assunto, todavia, o Espírito Santo me dá paz em crer diferentemente das Escrituras. Pois é, pra alguns aquilo que se sente é mais importante do que aquilo que a Bíblia diz.
Prezado leitor, ao contrário de muitos, não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. É indispensável que entendamos que a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos crentes. Como discípulos de Jesus não nos é possível relativizarmos a Palavra Escrita de Deus, ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos.
Em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.
Soli Deo Gloria.
Adaptado do Pr. Renato Vargens
Luiz Carlos Coelho Júnior, pr.
Ore pelo Brasil
ele precisa
A Campanha dos 100 dias terminaram, mas as orações não. Permaneça na intercessão por nosso Brasil, para que Deus use seu povo e assim, consigamos amenizar um pouco do sofrimento do nosso povo, que anda tão distante do Senhor!
Não fique de fora, interceda!
Faça a diferença!
Junte-se a nós!
A Missão Batista Cristolandia já está em pleno funcionamento em Belo Horizonte. Projeto que visa retirar das ruas usuários de drogas para sua recuperação. Cremos que só o poder de Deus pode mudar a vida das pessoas. Cremos que só Jesus-Transforma pessoas completamente. Ore e participe essa é uma tarefa da Igreja de Jesus!
A Missão Batista Cristolandia funciona 24h e esta localizada à rua Irapecerica, 251, bairro São Cristóvão, próximo à praça do peixe.
Jesus Cristo a Única Esperança.